Hoje perdi um grande amigo.

Yin&YangUm amigo de 4 patas que tinha uma imensidão de amor disponível para todo mundo. Porque ele era assim, oferecido, simpático, brincalhão e cheio de vontade de fazer novos amigos, fossem esses humanos, caninos ou felinos.

Bruce Lee editadoO título de mais feio ele recebeu, em tom de brincadeira do veterinário, na primeira consulta e mesmo sendo a “mãe” não pude contestar. Era a mais pura verdade.

Bruce Lee foi um filhote horrível; parecia um guaxinim descabelado, tinha uma faixa de pelos escuros e arrepiados nas costas, pelo grosso, crespo e de cor indefinida no resto do corpo, uma cicatriz na perna e uma pança que indicava verminose.

Aos 4 meses era o último filhote da ninhada e ninguém o queria. Na primeira vez que o vi fiquei tão apaixonada que nem percebi a feiúra. Tudo o que eu via eram seus imensos e doces olhos castanhos e uma espécie de “sorriso” que ele deu quando olhou pra mim. Achei que o tinha escolhido, mas me enganei, quem escolheu foi ele e desse dia em diante esteve sempre ao meu lado, me seguindo onde quer que eu fosse.

No caminho para casa expliquei que ele teria a companhia de um outro cão e de alguns gatos e por isso teria que ser gentil e ele pareceu concordar, mas aos poucos foi se impondo com delicadeza e simpatia  e virou chefe da matilha que incluia: eu, outro cão, alguns gatos e quem quer que nos visitasse.

Dizíamos que ele “só faltava falar”. Latia e me avisava quando a máquina de lavar acabava o ciclo, quando o microondas terminava a tarefa, quando a comida passava do ponto no forno ou na panela. Sabia também reconhecer o sinal sonoro do desligamento do Windows: ouvia e já se levantava encerrando o expediente.

Carregava pra todo lado seu pano para deitar em cima e se esquecesse ou ficasse com preguiça, bastava dizer :”cadê seu paninho?” e num instante o pano todo muvucado estava aos meus pés. À noite, na hora de dormir, ele esperava que eu colocasse o tal paninho no cesto, pulava em cima e cobria os Imagem 009olhos com a pata, num sinal de que eu deveria cobri-lo, como se faz com uma criança.

Enquanto escolho as fotos para o post percebo que ele sempre fazia pose, ficava sério e exibia o melhor ângulo. Quase nunca consegui fotografar o tal “sorriso” porque assim que ele via a máquina fotográfica ou o celular apontados, encarava a câmera com ar compenetrado. Só no dia em que foi apresentado a um cão fake é que não se conteve.Bruce 2

Hoje, infelizmente seu coração falhou e ele se foi. Assim sem mais nem menos, depois de mais de uma década ao meu lado, meu amigo partiu.

Não há nada que eu possa fazer além de dizer o quanto eu o amava e contar à todos o quanto ele era especial. Deixo post e fotos na Internet e, de vez em quando, alguém ao vê-lo vai dizer “Mas como assim, o cão mais feio?”

Olá Marisa!
Venho acompanhando a polêmica à respeito dos comerciais veiculados por sua loja e as pessoas estão discutindo se você está ou não vendendo um estereótipo feminino…

Muitas moças, antenadas nas questões femininas e/ou nos movimentos feministas, acham que sim. Dizem que essa história de “tudo vale a pena” para se encaixar no que nesses tempos é a imagem idealizada da mulher “bonita” é discutível e eu concordo com elas.

Confesso que já surtei algumas vezes e comi menos durante um dia ou dois para poder entrar em um vestido de festa, mas normalmente me preocupo em comer de maneira saudável não por estética, mas por saúde mesmo. Ás vezes escorrego, enfio o pé na jaca e como tudo errado, me enchendo de doces e chocolate, mas faço isso sem culpa e continuo feliz, só um pouco mais saltitante devido ao açúcar.

Quando conheci a Marisa eu era jovem e naturalmente magrinha. Iniciava a carreira profissional com um salário que não era lá essas coisas, mas encontrava na Marisa as roupas que precisava para me apresentar bem vestida, com preços que cabiam em meu orçamento minúsculo. Havia uma espécie de código sobre o que vestir no escritório e não se usava calças compridas, saias muito justas, blusas curtas, roupas transparentes, sandália rasteira com os dedos de fora, etc. Tínhamos que mostrar elegância usando saltos altos com a naturalidade de quem já nasceu com eles.

Hoje, décadas depois, já não sou jovem nem magrinha e as mulheres podem até adotar a moda “periguete” se quiserem e se o local de trabalho permitir.

Devido à essa longa amizade me sinto com liberdade para fazer uma crítica e oferecer uma sugestão.
A crítica é que, como a maioria quase absoluta dos varejistas de moda, a Lojas Marisa continua mostrando em suas propagandas modelos magérrimas, brancas, muito jovens,com longos cabelos lisos voando ao vento nas fotos. Nunca mostram uma mulher acima dos 35 anos, ou com cabelo curto, negra, baixinha…  mulheres reais iguais as que vemos no nosso local de trabalho, na rua, no shopping, na fila do cinema, na livraria, no supermercado, na faculdade, na porta do colégio, no banco, etc. Idealizar é bacana, mas sem exagerar e sem perder o foco, não é mesmo?

Tamanho especial

Na página que hoje está disponível no site, encontrei anúncio com 15 mulheres magrelas, 1 mais ou menos e 2 cheinhas. A moça que tem o corpo mais comum usa uma roupa que é informada como “tamanho especial: “Vestido com brilho Tamanho Especial” e estão se referindo aos tamanhos 48-50. Até copiei e colei a foto para mostrar o que estou dizendo. Vocês acreditam mesmo que essa moça tem um corpo que merece ser taxado de ” tamanho especial”? Porque os tamanhos encolheram? Essa moça da foto seria, há alguns anos, manequim 42 ou no máximo 44.

Por que hoje ela é “Especial”? Porque não se parece com um filé de borboleta? Ver a apologia da magreza extrema que leva muitas mulheres a desenvolver distúrbios alimentares, sendo feita por uma loja que à tanto tempo veste as brasileiras, é chato. Nós temos quadril, seios fartos e bunda grande… não somos retas como os ditadores da moda parecem querer. E nos gostamos assim, saudáveis e bem nutridas.

É muito triste ver você, Marisa querida, insinuando que tudo o que interessa à mulher é arrumar um homem, obviamente tendo que ser esquelética para realizar seu “sonho”!

É terrível que você ache que “tudo vale a pena” para entrar numa roupa. Ou ache que mulheres que gostam de pepino, alface, cenoura, etc. são infelizes..lembre-se da alimentação saudável…

A tentativa de ser engraçada funcionou tanto quanto derrubar caixão em velório. A gente ri, mas quando pensa um pouquinho vê que não é engraçado é que nosso riso ofende.

Sempre pensei que essas roupas com modelagens minúsculas só favorecem os fabricantes que gastam pouco tecido na confecção e vendem o produto à preço de jóia exclusiva. Quem mais lucra com isso? A consumidora certamente não.

Que tal você, querida Marisa, nos amar como somos, como nós próprias nos amamos?  Que tal respeitar o corpo daquelas que entram na loja, compram, pagam a conta e mantém “o lojinha” funcionando? Vamos trazer a moda para a nossa realidade fazendo roupas com tamanhos que não sejam infanto-juvenis? E vamos parar de chamar os manequins de G, GG, XG, XGG?

Estou pedindo muito? Penso que não, pois entre amigas podemos ser sinceras, podemos conversar, rir, criticar, incentivar, apoiar, dar palpite, explicar idéias, podemos ser nós mesmas, sem censura e sem bobagens.

Sem ofensas, sem firulas, sem melindres desnecessários. Conversa mesmo de mulher para mulher.

A porta do elevador abre, um homem sai rapidamente e vai embora. Faço o comentário em voz alta enquanto entro no elevador: “ué! pensei que ele fosse o ascensorista” e a moça ao meu lado grita: “Lagartiiiiixaaaa!!!!”  Olho espantada para ela e sei que a conheço de algum lugar, mas cadê que me lembro?

Ela diz que reconheceu minha voz e não sei o que responder. Como assim a moça reconheceu minha voz? O que tem de tão memorável nela?Ai meu Deus! será que tenho aquele tipo de voz  igual a da Fran Drescher que é realmente inesquecível, mas não pelo lado bom?

Fico ali sorrindo feito uma  pastel, falando generalidades enquanto as engrenagens se recusam a funcionar e continuo tentando fazer a ligação daquele rosto com algum curso, trabalho, festa, amiga de amiga, etc., para poder dar um nome à ele mas é tudo em vão.

Chegamos ao térreo e saio do elevador lépida e fagueira, com o mesmo sorriso idiota grudado na cara e digo que preciso correr porque estou super atrasada (o que é mentira, claro, mas espero que ela não perceba).

Vou caminhando pela Rua 25 de Março sem me lembrar quem é aquela moça simpática, pensando em passar na farmácia para comprar uns 10 litros de ativador para memória, mas logo esqueço a intenção porque subir a ladeira Porto Geral exige mais oxigênio e pernas do que disponho no momento.

Meu único consolo é que sempre tive essa memória de frango degolado para nomes e rostos e envelhecer não tem nada com isso. Menos mal!!!

Aprendi muito cedo a parecer durona, determinada, competente, uma verdadeira mulher maravilha só que sem capa ou shortinho.

Pensei na canseira proporcionada por esse comportamento parada ali na plataforma do metrô, e antes que alguém pense mas que mulher é essa que pensa essas coisas do além, assim sem mais nem menos, parada esperando o metrô, bla,blá, blá.. eu explico.

Como disse, estava esperando pelo metrô; ao meu lado duas mulheres muito simples, com idades beirando os 60 conversam tranquilamente. Sem nada para fazer a não ser torcer para que todos os equipamentos metroviários funcionem adequadamente, começo a prestar atenção à conversa.

– Eu não fico pensando muito porque senão vem a depressão e quando vou começando a ficar triste eu digo “xô depressão” e vou fazer alguma coisa mais útil. Gosto de fazer um bolo e levar pra minha vizinha… ela fica tão contente! (e ajeita a ecobag).

– É. Eu também não gosto de ficar com depressão, mas tem uns problemas que a gente não dá conta, né?! Mas agora faço que nem o pastor falou: se não posso resolver entrego nas mãos de Deus e ele resolve pra mim.

– É. (outra ajeitadinha na ecobag e o trem chega).

Lição 1: pra que ser durona e tentar resolver tudo sozinha se basta fazer um bolo e ir tomar um café com a vizinha? Na conversa despretenciosa com a amiga pode até aparecer a solução.

Lição 2: se voce não dá conta, peça ajuda nem que seja pra Deus, que mesmo sendo um Ser super ocupado cuidando da Criação e talz ainda vai arrumar um tempinho. Se achar que está sobrecarregando Deus, peça ajuda pra quem quer que seja, mas não tente resolver tudo sozinha senão vem a depressão, e aí… xô depressão!!!

Parecem soluções pueris mas acho que aquelas duas vivem melhor, são mais felizes do que muita gente e ainda economizam com as sessões de terapia. Pelo menos era o que o sorriso no rosto delas mostrava.

P.S.: Não sou contra terapia e acho Wood Allen um cara fantástico.

Sou um pouco antiga e ainda leio jornal impresso em papel, lembram-se dele? Mas faço isso por puro hábito porque, depois de ler o jornal , vou para a Internet conferir se já tem atualização da notícia que me interessa.

No espaço virtual posso encontrar novos detalhes e imagens que o jornal não trouxe, posso escarafunchar outras informações em sei lá quantos sites diferentes, mas como todo mundo já percebeu, a Internet está aí para o bem e para o mal.

É igual faca que tanto serve para descascar laranja quanto para matar alguém. Vamos censurar e proibir as facas?

A lei antipirataria chamada  Stop Online Piracy Act – SOPA que estão tentando aprovar nos EUA é assim, igual faca: tem potencial para proteger direitos autorais mas pode matar a informação gratuita que conseguimos na Internet.

A justificativa do republicano Lamar Smith o principal autor da iniciativa é, para dizer o mínimo, xenófoba; ele diz que a lei visa proteger consumidores, negócios e empregos “de ladrões estrangeiros que roubam propriedade intelectual dos EUA”.  É uma grande bobagem.

Os mal intencionados de qualquer nacionalidade copiam e distribuem informações obtidas de qualquer lugar, não necessáriamente da Internet e, obviamente, a única diferença é a velocidade com que a distribuição é feita.

Mas o mesmo conteúdo que alimenta a pirataria, é para nós os cidadãos comuns, a boa informação imediata e atualizada, a resposta para dúvidas diárias, o vídeo que permite observar se houve ou não manipulação da notícia, a música que está sendo lançada, o filme que estão discutindo e que queremos ver, a série que queremos assistir na TV mas não temos dinheiro para pagar o canal por assinatura, e muitas outras coisas que só encontramos no ambiente virtual.

Posso ser ingênua, mas pirataria para mim é copiar um filme, por exemplo, e vender um monte de cópias na banquinha instalada na calçada, e isso não será coibido nem punido com a censura de sites. Ou copiar uma informação científica e publicar como se fosse sua, quando na verdade não é, o que também não se resolve com censura, mas sim com processos individuais contra os autores da farsa.

É óbvio que as produtoras de filmes, séries e miniséries estão alvoroçadas e apoiando a iniciativa. Elas sabem que muita gente não pode pagar o ingresso do cinema nem a assinatura do canal HBO, e que para esses consumidores em potencial a saida é “baixar” da Internet e assistir o que lhes interessa, sentadinhos na poltrona da sala de suas próprias casas. Se sabem disso, que tal distribuir legalmente músicas, filmes, séries e miniséries ao preço de centavos por download? Nem pensar, não é?

Para o pessoal interessado na aprovação dessa lei, em princípio todo mundo é ladrão, o que é um pensamento idiota. E tome censura e bloqueio de sites, outra idéia ridícula, além do que a justificativa apresentada pelo Sr. Smith lembra um pouco a censura feita pelos nazistas no III Reich, direcionada á produção intelectual de todos que não fossem arianos e que resultou na queima de milhares de livros em praça pública.

A História se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa, já dizia o velho Marx.

E aí Papai Noel?! Tudo bem com o senhor?
Já sei que estou atrasada, que estamos caminhando para a segunda quinzena de janeiro e tal, mas fazer o que? Essa sou eu, uma Lagartixa cuja filosofia de vida de vez em quando é “Demora mas faz” e vou confessar que não tenho nenhum orgulho disso.

Tenho é vergonha de ficar empurrando as decisões com a barriga e por isso mesmo, meu querido, é que quero mudar meu comportamento. Então, como não pedi nada de presente de Natal, vou pedir de Ano Inteiro, pode ser? Ainda dá tempo não é, porque o Natal não acabou, as lojas continuam oferecendo liquidações fantásticas e eu ainda não desmanchei a árvore cheia de pinduricalhos e luzinhas em volta da qual reuni minha amada família para comemorar o seu dia. Vamos à listinha dos pedidos:

Força e coragem para cumprir a meta de levar os cachorros pra passear pelo menos uma vez por dia. Todo ano prometo que vou fazer isso, mas um dia está chovendo, no outro tenho trabalho para fazer, no outro estou esperando uma ligação, no outro… enfim, os bichinhos estão, assim como eu, criando lindos pneus ao redor do abdomem, lembrando que no meu caso é frente e verso, sabe como é?

Determinação para começar e terminar um trabalho de patchwork antes de começar outro porque, fala sério, tem uma hora em que 3 grandes colchas junto com 2 ou 3 caminhos de mesa, 2 panôs e 1 bolsa, esperam pacientemente no fundo do baú o momento em que terminadas, serão gloriosamente exibidas no Twitpic e tudo bem que não faço isso para ganhar dinheiro. Mesmo sendo um hobby, quando percebo que isso está acontecendo de novo, saio correndo para acabar tudo de uma vez e é um stress que vou te contar…acaba com todo o prazer do trabalho.

Cegueira momentânea diante de lojas com coisas lindas e inúteis ou desnecessárias naquele momento, inteligência para perceber que ninguém precisa de 50 pares de sapato, nem de 30 bolsas, nem de trocentas blusas, milhentos vestidos, 8 livros por semana…e por aí vai.

Tolerância com a falta de educação, de bom gosto, bom senso, boa vontade, honestidade, gentileza, dedicação e cidadania das pessoas com quem cruzo nos espaços públicos. E também preciso de compreensão para perceber que o segurança do supermercado está me seguindo porque gostou de mim e não porque me achou com cara de quem vai roubar um um frango e esconder na calcinha. Ou, quem sabe, ficar perambulando é o trabalho dele…

Me dê paciência para não sair no tapa com aquele atendente estúpido; com a vendedora grosseira e desinteressada; com as mães de shopping que levam seus rebentos para correr e gritar pelos corredores e áreas de alimentação; com o sujeito que conversa durante a projeção de um filme como se estivesse na sala de sua casa; com o senhor de meia idade que se acha “o” civilizado e fica na fila (depois de tentar furá-la) falando mal de brasileiro; com o jovem que finge dormir nos vagões dos trens e do metrô para não dar lugar às gestantes, idosos e deficientes; com os motoristas que agem como se estivesse sozinhos na rua. Sei que o senhor é esperto e notou que preciso é de paciência para lidar com grande parte da humanidade, por isso mande muita, mas muita mesmo.

Preciso também de um desconfiômetro que apite quando passo mais de uma hora naqueles joguinhos terríveis e viciantes do Facebook. Diga, bom velhinho, como eles conseguem me fazer acreditar que preciso ficar horas colhendo plantações virtuais, construindo casinhas virtuais, alimentando bichinhos que nem existem, ganhando estrelinhas e experiência, atendendo centenas de pedidos dos “amigos e vizinhos” e as vezes, gastando meu dinheiro real para comprar ferraduras, coroas, ou seja lá qual for o “dinheirinho” do jogo, só para poder terminar uma “missão”? Preciso entender o mecanismo desse hábito porque é muita falta de noção…

Também quero parar de falar palavrão e ser mais sociável, simpática, doce, afável e …. eca! Retiro este pedido.

Nem preciso dizer que fui superboazinha no ano passado. O senhor viu que tirando o mal humor e o desejo arrogante de mudar o mundo, fiz tudo direitinho. Então me atende, por favor, porque senão a coisa vai ficar cada vez mais feia e dia desses saio no jornal estapeando o povo todo. Aí vão me apontar na rua e falar “aquela velha louca!!!” e serei obrigada a esclarecer que a responsabilidade  é toda sua, que me negou coisas simples e necessárias.

Bom Ano Novo!

As pessoas decidiram que esta é a época de fazer listas e é um tal de 100 melhores isso, 10 piores aquilo…e por aí vai. Seriemaníaca confessa, resolvi listar os personagens mais esquisitos das séries que assisto, e a ordem de colocação é apenas minha memória…nada tem a ver com o mais ou o menos. E agora, sem delongas, vamos lá:

Dexter – Michael C. Hall – (Dexter)  – Dispensa comentários!

Debbie –  Jennifer Carpenter (Dexter) – Cada vez mais esquisita, confusa e agora pensando em incesto ( e não me venha com essa de que o irmão é adotivo!!!)

Louis Greene – Josh Cooke (Dexter) – Um esquisitão de laboratório, meio escondido na trama, mas que promete surpresas.

O menino Henry – Jared Gilmore – (Once upon a time) – Tão estranho que ainda não entendi direito de onde ele veio, nem pra onde ele vai…

Michael ShannonAgente Nelson Van Alden – Michel Shannon – (Boardwalk Empire) – Um sujeito tão certinho que ficou esquisito.

Travis, o Assassino do Apocalipse – Colin Hanks – (Dexter) – O filho de Tom Hanks convence como um esquisito serial killer doidão.

Os adolescentes Tate – Evan Peters e Violet – Taissa Farmiga (American Horror Story) – O casal mais esquisito do ano!

Constance Langdon – Jessica Lange –  (American Horror Story) – A vizinha viúva, com filhos, relacionamentos e amigos problemáticos. Essa merece um Emmy.

Dra. Temperance “Bones” Brennan – Emily  Deschanel – (Bones) – Um gênio com dificuldade para se relacionar com humanos em geral, mas cheia de boa vontade para tentar.

Hodgins – T.J.Thyne; Angela – Michaela Conlin e o pai de Angela, Billy Gibbons, do Z.Z.Tops – (Bones) – Uma família toda esquisita.

Rick Castle – Nathan Fillion – (Castle) – O canastrão mais esquisito do mundo.

Shemar Moore, Kirsten Vangsness, Paget Brewster, Thomas Gibson, Joe Mantegna, A. J. Cook e Matthew Gray Gubler – (Criminal Minds) – Todos os personagens são esquisitíssimos; coloquei só o nome do elenco para economizar…

Leroy Jethro Gibbs – Mark Harmon (NCIS) – a esquisitice começa já no nome do personagem.

Abby Sciuto – Pauley Perrette – (NCIS) – outra esquisitona de laboratório.

Diretor Leon Vance – Rochy Carroll – (NCIS) – A esquisitice dele reside no comportamento dúbio. Ele é do bem ou do mal?

Reverendo Adam Smallbone – Tom Hollander – e Alex Smallbone – Olivia Colman – (Rev.) – Só mesmo o senso de humor inglês para dar conta da esquisitice desse casal.

Concluo que tem muita esquisitice na TV. Para minha felicidade, a imaginação dos roteiristas parece não ter fim e estão sempre inventando uns comportamentos estranhos e personagens inusitados. Resta aguardar as próximas temporadas para ver no que tudo isso vai dar.