setembro 2011


Desde Mulheres de Areia que adoro história de gêmeas idênticas . Sempre tem uma super boazinha e uma super mázinha; parece inevitável. De vez em quando imagino como seria uma história com trigêmeas…

Mas vamos ao assunto que me trouxe aqui: a nova série que esperei ansiosa, estrelada pela Sarah Michelle Geller, minha querida e eterna Buffy a caça-vampiros. O nome é Ringer e depois de assistir aos dois primeiros episódios vou contar algumas coisinhas; se você não quer saber nada antes, não leia. Também não assista o trailler abaixo porque, sinceramente, nunca vi trailler mais spoilento na vida.

As irmãs se chamam Bridget e Shiobhan, que não sei bem se são nomes populares no idioma inglês; pode ser que Mary e Jane trouxesse outra conotação à série, então optaram por esses e acho que viajei.

Uma é problemática a outra é socialite.

A problemática é certinha e a socialite é problemática, deu para entender? Uma foge da Máfia porque testemunhou um crime, a outra foge não sei de quê. Uma morre logo de cara e a outra, é óbvio, assume seu lugar. Parece tão facinho assumir a vida alheia e seus relacionamentos; se passar por uma pessoa que você não vê há alguns anos e com a qual parece que não tem mais intimidade, mas é Hollywood e vale tudo. As irmãs estão com a mesma cor de cabelo, mesmo bronzeado, mesmo corpitcho, mas não vamos esquecer que as duas são a Buffy, então está tudo bem..

As únicas diferenças visíveis entre elas são as roupas e o penteado, igual acontecia com a Eva Vilma. De lá para cá parece que nada mudou nesse enrêdo. Tem umas confusões devido ao desconhecimento dos detalhes da vida da outra irmã, uns rapazes com boas intenções e outros nem tanto, mais mortes, mais sustos, umas reviravoltinhas e mais um pouco do mesmo de sempre. As cenas em que as irmãs estão juntas são bem fraquinhas, e não vi nada de especial nelas.

Sou fã da Buffy e posso afirmar que ela era melhor como adolescente cheia de hormônios caçando vampiros junto com seus amigos, mesmo porque ela tinha aquele lindo do Angel para perseguir.

Não quero ser precipitada, mas acho que só se o desconhecido que fala ao telefone com a gêmea má (veja o trailler) for o Agente Seeley Booth (o Angel repaginado) e ele confessar que abandonou a Bones, mesmo sabendo que ela está esperando um filho dele, para ficar com as Buffys gêmeas,… viajei de novo para essa série ter alguma chance de dar certo.

Assisti várias vezes o comercial de Gisele Bundchen para a marca Hope e não vi nada demais.

Hoje leio no jornal que a Secretaria de Políticas para Mulheres quer vetar a propaganda por considerá-la sexista. Estarei cega? Terei emburrecido na última semana? Me tornei insensível do dia para a noite?

Tudo que vejo é a Gisele de calcinha e soutien, fazendo beicinho e dando notícia ruim para o marido. Com uma carinha de “amooooooorrr”, uns olhinhos de “mimimi” e voz de meiguinha a personagem tenta amenizar a notícia desagradável.

A sedução é e sempre será uma arma; foi e sempre será usada por homens e mulheres e isso é fato. Mostrar isso em um comercial é sexista ou tranforma a personagem em objeto sexual??

Considero exemplo de machismo aqueles comerciais com mulheres usando biquini fio dental, filmadas de costas e de baixo para cima, rebolando o popozão nas areias das praias ou nos bares das cidades para anunciar cerveja. Pode ser que o comercial da Hope seja mais sutil e eu em minha cegueira não pude ver. O que torna uma propaganda abusiva ao ponto de causar intervenção do poder público?

Uma mulher nua fazendo campanha contra o uso de peles de animais é apelativa, ou a causa nobre a transforma em ética?

E uma moça descabelada fazendo carão sexy para anunciar desodorante? Olhando só para a imagem sem ler o texto, qual será a mensagem ?

E essa moça nua deitada de bruços e pintada de tigresa, novamente para campanha de proteção aos animais?

O que Scarlet anuncia entre peles (falsas?), olhar perdido e boca entreaberta? Parece estar pensando em roupas, perfumes ou sapatos?

Onde fica a fronteira do machismo, do sexismo, do erotismo, da sedução, do estereótipo, do politicamente correto, do desrespeito, do divertido ou do constrangedor? As mulheres ficaram ofendidas com a linda Gisele enrolando o marido?

De vez em quando aparece alguém agitando uma bandeira defendendo “a moral e os bons costumes”, principalmente quando se trata de assunto que vai causar grande visualização na mídia.

Enquanto isso a mulher brasileira comum só aparece na mídia quando é assunto de página policial. O que será que a Secretaria de Políticas para Mulheres está fazendo à esse respeito?

– Bom dia! (sorriso aberto). A senhora conhece nossos produtos? Posso mostrar?

–  Hummm…pode. (estico a mãozinha). Isso não provoca alergia né?

– De jeito nenhum. ( e ela esfrega um tipo de laminha preta nas costas da minha mão). Veja só como esse produto é suave e como vai removendo as células mortas…

– É verdade. (e penso com meus botões que um treco áspero esfregado daquele jeito poderia ser até fubá que ia remover pele morta). Mas está meio melequento né?

– Agora a senhora veja, não vai precisar de nenhum outro produto para remover. Vamos passar isso (mostra uma plaquinha cinza escuro). Veja…é um imã! Vai retirar tudo e deixar sua pele suave e limpinha. (enquanto isso passa a plaquinha de um lado para outro e tira os resíduos de lama da minha mão)

– Hummm… (de repente aquilo ficou com cara de radioativo, mas claro que se fosse césio a moça não ia estar no shopping esfregando nas mãos das passantes, ao menos que fosse uma conspiração e….foco!!! Diga que a mão ficou mesmo mais suave, agradeça e vá embora).

– Moça, tenho a pele oleosa e isso deixou uma camadinha de óleo  e então não me serve né? ( e me preparo para ir embora…Tarde demais. Devia ter ficado calada e  apenas  me afastado)

– Não. Veja…agora a senhora massageia suavemente essa película e sua pele ficará profundamente hidratada. Esse óleozinho é um hidratante poderoso, a senhora vai adorar!

– Certo. Agradeço sua demonstração, mas não preciso comprar hidratante e tenho que ir embora.

– A senhora já conhece nosso creme anti sinais? É ótimo. Veja aqui nesta revista. Nossa linha de produtos recebeu vários premios internacionais (e abre uma revista em inglês, cheia de fotos de moçoilas de 12 anos maquiadas como se tivessem 20)

– Olha, você me desculpe, mas estou cansada de ver meninas fotografadas como se fosse adultas. É óbvio que elas tem uma pele linda já que são muito jovens; as empresas de cosméticos deveriam ser mais honestas e mostrar mulheres reais, na faixa de idade para a qual o produto é indicado… (um pouquinho mais irritada)

– Quem disse que a modelo tem 12 anos? (olhar de ofendida)

– 12 anos é modo de dizer. Mas aposto com você que essa moça aqui, por exemplo, não tem mais de 14 ou 15 anos. E a foto tem tratamento de imagem para deixar ela com a pele assim. Como ela pode ser exemplo de pele de mulher acima de 40 anos? (aponto a foto super produzida de uma garota com pele de seda)

– Mas nossos produtos são muito respeitados porque surtem efeito. Basta que a pessoa use corretamente toda a linha. Deixe mostrar esse; ele tonifica e tem um efeito rejuvenecedor; deve ser usado junto com aquele outro que mostrei (e o sorriso voltou ao rosto dela).

– Olhe, não quero comprar nada. Estou sem dinheiro e sei que seus produtos tem um preço bem salgado. (e faço menção de ir embora)

– Não! O preço deste é trezentos e poucos reais. A senhora precisa pensar no custo benefício. Pense no preço de uma cirurgia plástica… Facilitamos o pagamento, posso dividir no cartão ou se a senhora preferir, compra esse e leva esse de brinde ou posso dar um bom desconto para pagamento em uma só vez… ( penso que aquela mulher poderia vender areia pra beduíno, apesar de ser vendedora de uma empresa cujo povo é inimigo dos beduínos e talz…foco!!! Olhe para a mão. Mas o que ela estava dizendo mesmo?)

Então ela estava sugerindo que eu precisaria de uma cirurgia plástica? Imaginei que minha cara devia estar caindo aos pedaços já que aquela mascate da beleza insinuava que, eu ia precisar de um empréstimo bancário para comprar os produtos que estava me mostrando ou para fazer uma recauchutagem geral.

Senti uma vontade insana de dizer onde ela deveria colocar todos aqueles cremes, em especial aquela lama preta horrível e com cara de meleca. Mas sou uma dama e não perdi a compostura.

Abri meu melhor e mais radiante sorriso e disse gentilmente:

– Sabe o que é moça? Não tenho dinheiro para gastar em cremes tão sofisticados e por isso vou aceitar com dignidade que o tempo deixe suas marcas. Quem sabe fazendo muita economia consigo juntar dinheiro para ir ao Mar Morto mergulhar a cara na lama e experimentar in loco todos os benefícios que a cosmética pode me oferecer. Agora, se me der licença, tenho um compromisso e preciso ir embora antes que fique velha demais.

Então quer dizer que o Center Norte pode explodir a qualquer momento? O lugar (que foi construído sobre um antigo lixão), com 331 lojas, entre elas restaurantes, hipermercado, cinema e lojas de departamentos, segundo medições da Cetesb, tem um acúmulo de gás metano em seu subsolo grande o suficiente para provocar uma explosão. Ouçam atentamente a última frase pronunciada neste vídeo, e me digam quem é que está preocupado com a inalação se podemos explodir alegremente? Seria cômico se não fosse tão idiota.

A Prefeitura de São Paulo está esperando maiores esclarecimentos por parte dos envolvidos para decidir se desativa ou não essa provável bomba relógio. Enquanto isso a Cetesb aplica multa diária de R$ 17.450,00 ao shopping. Quanto vocês querem apostar que ninguém está pagando nada ou que estas multas serão contestadas? Quanto vocês querem apostar que, caso aconteça mesmo um acidente nesse shopping, cada um dos responsáveis irá acionar um montão de advogados para ajudá-lo a fugir das responsabilidades?

Quem assume o risco? Os frequentadores mais cautelosos podem deixar de ir até lá e esperar que tudo se esclareça, mas e os funcionários? Quem cuidará para que as milhares de pessoas que trabalham no Shopping Center Norte fiquem à salvo do perigo?

É interessante constatar que nosso prefeito não acredita em laudos técnicos feitos por um órgão estadual e que estão assinados por especialistas. Será que a Cetesb não é digna da confiança dele nem da nossa? Mas, se a Cetesb está certa, será que o prefeito e/ou a prefeitura de São Paulo têm outros interesses que os levam a “proteger” o Center Norte ou é apenas preocupação com a reação de grupos economicamente poderosos aqui da cidade? Só o tempo dirá…

Uma decisão terá que ser tomada. Se a Cetesb foi irresponsável em suas afirmações, quem assinou os laudos precisa ser punido; se os proprietários do Center Norte estão deliberadamente colocando em risco a população, é óbvio que precisam ser punidos.

O que não dá é esperar que o paulistano exploda. Caso isso aconteça, não adianta as autoridades declararem depois, com ar compungido, na televisão e na mídia impressa que foi uma “fatalidade” porque, como se dizia antigamente, daí “Inês é morta”! Inês, Maria, Pedro, Antonio, José…

Imagine a cena:

Pare na calçada de um cruzamento movimentado e  espere calmamente o sinal ficar verde para você poder atravessar.

Olhe para um lado e para o outro e não esqueça que vindos da rua transversal os carros podem virar à esquerda ou à direita. Fique esperta(o)!

Quando o sinal abrir para a travessia de pedestres, pense rápidamente e tente adivinhar o que aquele motorista que vem vindo ali vai fazer. Será que vai virar? Irá seguir reto?  Para onde irá? Ele vai diminuir a velocidade? Será que dá para passar? Ai que medo!!!

OK. Tenha coragem. Coloque um pé fora da calçada, e olhe fixamente para o vidro frontal do carro, que claro que é fumê para que você não possa ver o motorista. Adivinhe. Será que ele está vendo você? Ai meu Deus…

Tenha fé, confie em seu anjo da guarda e comece a atravessar a rua. Quando o(a) idiota virar o carro na sua direção corra e grite: USE A SETA IMBECIL!!! USE A SETA!!!! Não pergunte se ele é cego porque isso não é politicamente correto e pode ofender alguém.

Corra mais rápido e quando alcançar a calçada pense em alguns palavrões, mas se você for uma dama ou um cavalheiro não os diga em voz alta porque isso também pode ofender alguém. Mostrar o dedo médio levantado nem pensar…

A notícia boa é que agora esses motoristas  que pensam que a mão só serve pra cutucar o nariz dentro do carro, serão multados quando pegos fazendo conversão sem usar a seta.

Tenha fé novamente e espere que isso realmente aconteça porque parece que só a dor no bolso é capaz de educar certos motoristas. Mas enquanto a educação não chega recomendo á todos: coragem e um bom estoque de palavrões sempre são úteis.

Quem não conhece as fazendas,  cidades, restaurantes, bichinhos de estimação, aquários, ilhas do tesouro, poker, máfia ou vampiros oferecidos no Facebook? Iniciei essa história abrindo um restaurante e, apesar de não curtir muito cozinhar, achei que seria divertido preparar comidinhas de mentira e atender clientes em 2D. Onde será que eu estava com a cabeça? Em pouco tempo já odiava cada uma daquelas pessoinhas que entravam no restaurante – e quando não entravam odiava também; detestava cozinhar e esperar horas para que os pratos ficassem prontos, ou ter que juntar dinheiro para equipar meu modesto estabelecimento. Demorei para desistir do negócio porque cada cadeirinha tinha custado esforço, mas juntei coragem e fechei as portas.

Desistindo de ser o Alex Atala decidi que iria curtir a vida no campo e descansar em paisagens bucólicas. Criei uma fazenda e fiquei maravilhada com os animaizinhos, plantas, árvores frutíferas, galpões e casas. Tudo era lindo até que comecei a perceber que se quisesse a fazenda bonita e próspera tinha que estar lá diariamente! Precisava juntar vizinhos, convidar pessoas que nem conhecia, visitar as fazendas vizinhas,  mandar presentes, pedir presentes… um horror. Mesmo assim fui levando; aumentei o tamanho de minhas terras, criei animais diversos, cobri tudo de neve em pleno janeiro tropical, participei de missões, fiz novos amigos e vizinhos e me preparei para ser a Rainha do Country!  E então a ficha começou a cair.

Até onde aquela fazenda me levaria? Quanto tempo teria que dedicar para que minhas plantações vingassem? Com dor no coração desisti da fazenda e resolvi ser uma pioneira do velho oeste.

Não foi uma decisão sábia. Do mesmo jeito que nos empreendimentos anteriores, criar uma pequena cidade com escola, armazém, silos, agência de correio, saloon, hotel, fundição, posto de trocas, carroças, plantações, casa de séde, curral, galinheiros…tudo demanda tempo, pedidos infindáveis aos vizinhos e amigos, ou, em caso de loucura extrema, gasto de dinheiro real para comprar as ferraduras que são o dinheiro do jogo. Arranjei marido, tive dois filhos, arrumei um cachorro.  Depois de tanto empenho agora apareceu uma espécie de “extensão” da cidade: uma trilha que deve ser percorrida para se alcançar um forte. “Não vá para a trilha Caroline!” você com certeza aconselharia, mas para ter alguns itens na cidade é preciso fazer a tal trilha e lá fui.

Para conseguir muitas das construções, animais e plantas ainda preciso cumprir missões demoradas  e encher a paciência de meus vizinhos pedindo favores. Preciso também rezar para que a joça do jogo que é em flash não trave, para que a desenvolvedora corrija os erros frequentes e para que meus vizinhos não desistam de mim só porque sou pidona.  Um ponto à favor ou contra, conforme a interpretação, é que é tudo em inglês o que me permite saber que iron pans é frigideira, rivets é parafuso, springs é mola e badger é texugo.

Sinto-me forte por não ter sucumbido ao desejo de criar peixes em aquário, jogar poker, formar uma quadrilha de mafiosos, procurar tesouros, vestir bichinhos de estimação ou sair por aí mordendo pescoços. Por enquanto sou apenas uma Fazendeira alucinada desbravando o oeste.

Heeelllppp, help, pleeeaaasssseeee!!!

Qualquer um com meio cérebro de minhoca sabe que embalagem deve proteger o produto e instruções devem proteger o consumidor. Mas quem nos protege das armadilhas escondidas pelas caixas e pelos Manuais de Instruções?

Fui comprar um creme para os olhos na fútil esperança de mandar os pés de galinhas sapatearem em outra freguesia, mas quem diz que consegui ler as informações da caixinha herméticamente fechada? As letras minúsculas, em branco, foram impressas em papel brilhante azul claro e depois a embalagem foi envolvida em celofane transparente o que deixava tudo super clean, lindo e ilegível. Tive que confiar na vendedora e rezar para meus olhos não cairem.

Comprei um mini ferro para viagem lindinho; parece de brinquedo mas é super potente e tem até vapor, vejam só! Animadíssima li as instruções: “coloque água no reservatório do ferro…”  e aí empaquei.  Sendo o recipiente para colocar água “destacável”, tenho que tirar para abastecer? mas como que tira aquilo meu Deus, será que tenho que puxar mesmo? Arrisquei, puxei, empurrei, rezei e finalmente saiu; e onde devo colocar a água? será ali no mesmo buraquinho por onde está saindo o seletor de temperatura? não pode ser…

Olhei novamente as figuras do manual, olhei o ferro e minha metade de cérebro minhoquístico finalmente viu a luz!  No cabo branco gelo tem uma espécie de tampinha de borracha cinza clarinho e nessa tampinha tem gravado o desenho de um copo derrubando líquido, tudo em cinza, óbvio. Devo ser burra por não ter visto imediatamente que aquele desenho quase invisível era o manual de instrução principal. Mas continuei sem entender porque o recipiente para água é  “destacável”.

Caixa de sabão em pó é outro desafio intransponível para mim.  Na lateral da caixa de uma marca famosa tem uma espécie de lingueta que deve ser puxada e supostamente servirá para manter a caixa fechada após cada uso. Já nem tento mais; arrumei uma lata e coloco todo o sabão lá porque, no dia em que conseguir descolar aquela tira de papelão sem rasgar tudo, serei eleita a Rainha do  Lar, título que não me interessa de jeito nenhum.

Ainda no âmbito doméstico, sabem aquela tripinha de plástico que vem na lata de azeite e que devemos puxar para fazer um bico para servir? Pois é…nunca consegui. Puxo com cuidado e o treco não sai; desisto, fecho a tampinha de plástico, faço dois furinhos em ângulos opostos da tampa da lata e vivo feliz. E ninguém pode dizer que não tentei.

Não vou nem falar dos meus problemas com embalagens feitas de fôlha de plástico duro em cima e papelão em baixo que acomodam pilhas e lâmpadas econômicas, por exemplo, ou umas de plástico contra plástico seladas nas bordas para as quais precisamos usar tesouras, chaves de fenda, dentes…

Não posso ser considerada uma pessoa desastrada e sem habilidades, mas se acreditasse em teoria da conspiração pensaria que os deuses da embalagens e das instruções simplesmente me odeiam.

P.S.: aqui um post  com dicas sobre problemas com embalagens.

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