Começo a acreditar que a sexta-feira atrai mesmo um pouco de azar.

Aparentemente esse é o dia da semana que trabalhadores em geral dedicam para enfrentar “sérios, inesperados e inadiáveis problemas particulares” que os impedem de trabalhar.

Deve haver causa esotérica poderosa, muito além da minha tosca compreensão, justificando esse fato.

Para evitar que a esperança de terminar certas obras  no prazo combinado continue sendo destroçada com um simples telefonema (e as vezes nem isso), estou quase sugerindo que, seguindo o exemplo de nossos sábios representantes em Brasília, a semana acabe na quinta feira.  Assim ficariam 4 dias mais ou menos úteis para os prestadores de serviços cumprirem suas promessas.

Evitaria muito stress, mas por outro lado, limitaria o uso da imaginação e criatividade de alguns. Estarei condenando grandes talentos ao ostracismo?