Finalmente começou a chover em São Paulo.  Como sempre a agenda de alguém lá em cima deve estar um tanto confusa hello porque primeiro deixa passar um montão de tempo na mais completa secura complicando a vida de quem tem problemas respiratórios e das plantinhas em geral; depois faz chover tanto, mas tanto, que derruba árvores, causa inundações, desabriga um monte de gente e por aí vai. Mas enfim, como diz uma amiga minha toda vez que reclamo, precisa chover de vez em quando. Vou repetir: de vez em quando! se liga, por favor, e sem exageros.

Sem poder sair pra fazer nada devido ao dilúvio à chuva, a opção depois de acabar de ler meu gibi do Batman um clássico da literatura mundial, Batman Tempestade de Sangue (Edição Especial do Colecionador) resta a televisão, essa companheira sempre presente, que na maioria das vezes fica ligada enquanto leio, costuro, escrevo, falo ao telefone, etc, ou seja, vira radinho, som ambiente. Mas verdade seja dita sou uma atenta telespectadora de comerciais e alguns são inesquecíveis como, por exemplo, Facas Ginsu e meias Vivarina,  dos primórdios do 1406.

Dia desses estava lá, assistindo ao intervalo comercial quando minha atenção foi despertada para o ninho de mafagafo cabelo da moça do Vanish. Gente o que é aquilo? Que espécie de peruca é aquela? Parece um bicho morto repartido ao meio e assentado na cabeça da coitada. Até as perucas usadas no novo comercial da Bom Bril são melhores, apesar desse comercial ser um tantinho preconceituoso, ou será que só eu que achei que a loira lava cristais e a negra moreninha limpa chão?

Com a falta do que fazer e a chuva insana Pensando nos comerciais mais recente ou nem tanto, vem à lembrança o “cocô no banheiro do Pedddrrrrriiiiiioooooo” que é simplesmente abominável, de mau gosto, ridículo  mas acho que tudo já foi dito sobre esse .

Os melhores por enquanto, são os comerciais da cerveja Bavária com aquelas pessoas repassando as informações do modo que entenderam e chegando à conclusões totalmente non-sense e aquele de um site de vendas onde uma lambreta scotter amarela corre aflita pela cidade para chegar à tempo de impedir um casamento.

Outro que chamou minha intenção foi o da joalheria…hummm… errrrr…. como é mesmo o nome? com a Gisele tão linda que ofusca tudo o mais. E voltando ao 1406, não entendo como foi que consegui viver até agora sem aquela escada que dobra, redobra, tridobra, vira andaime, ou sem aquele cortador de batatinha, ou sem aquela mangueira para jardim fantástica!!!! Melhor desligar a TV antes que minha total falta de noção me leve à falência.