agosto 2008


Eu assisto American Next Top Model e sou fã da Tyra Banks de cílos postiços e lentes de contato azul, fazendo caras e bocas para tudo e todos.

Nem me importei em assistir à todas as eliminatórias da 8 ª temporada  (que aqui no Brasil se encerrou ontem) já que sabia de antemão qual seria a vencedora. Munida dessa informação fui vendo um ou outro programa tentando entender a escolha final.

Acho que não sei nada de Top Model porque a Jaslene me lembra uma minhoca-dentuça-de-peruca. Magrela comum, dentes tortos, queixão…acho que venceu porque era hora de premiarem uma moça hispânica né!? 

Até a russa Natasha, que no final foi extremamente prejudicada ao ter que usar aquele baton rosa cintilante que fazia seus enormes lábios ressaltarem como uma explosão atômica, na minha humilde opinião era mais bonita e mais “model”. Não entendo nada de jurados nem de top model…

Mas o que irritou de verdade foi o Canal Sony apresentar o episódio final sem som,  ou melhor, com uma ridícula música estilo elevador, provavelmente colocada ali como recurso pra disfarçar a falha técnica!!! Ficar olhando aquelas meninas se desmilinguindo para parecerem bonitas, charmosas, elegantes, inteligentes, com “atitude”  e ler as legendas acompanhadas daquela musiquinha ao fundo foi uma coisa, assim como direi, um saco muito desagradável.

9:00 da manhã – Vou para a sala toda animada, pronta para transformar aquele armário sem graça numa peça digna de figurar na Casa Vogue,  mas de cara já percebo que a coisa não é “bem assim”, sabe?!  Havia esquecido que dentro do armário maior (foto ao lado) estão guardados anos de tralhas. Lá estão uma máquina de costura  Singer portátil, um faqueiro completo dentro de uma caixa de madeira, um edredon enorme, todas as toalhas de mesa do enxoval e respectivos guardanapos, toalhinhas de crochê, um saco enorme de plumante (material usado p/ fazer bonecas de pano), CDs, DVDs, fitas VHS antigas, várias folhas de cartolina, caixas de papelão para arquivo morto (desmontadas), o mesmo tipo de caixas em um tipo de material plástico conhecido como poliondas nas cores amarela e rosa, folhas de papel para presente, mantas de sofá, cobertores, o colarinho de proteção que o cachorro usou quando foi castrado, e mais um montão de coisas.

Concluo que preciso de caixas de papelão para guardar tudo isso antes de começar a lixar e o único lugar onde posso conseguir é o supermercado aqui perto. Ligo lá, explico o problema e o rapaz que atende gentilmente informa que no momento eles não têm nenhuma caixa para me dar. OK…

Falo com o encarregado da faxina aqui do prédio e descubro que se tivesse pedido um dia antes ia ter “um monte de caixas limpinhas dona Marcia” porque um morador tinha acabado de se mudar pra cá e “jogou um monte de caixas, mas o homem que recolhe papelão passou já e levou todas, que pena!!!” . Ok…

Odiando o moço do supermercado que negou umas porcarias de caixas e também o cara que se mudou ontem e não hoje, resolvo que vou começar a lixar assim mesmo, com tudo lá dentro, e seja o que Deus quiser.

Visto camiseta e calças velhas, amarro um lencinho bandana roxo na cabeça, coloco a máscara contra poeira e as luvas e, devidamente uniformizada, estou pronta. Ops…preciso de uma extensão pois o fio da minha linda lixadeira é curto; demoro um século pra encontrar uma e resolvida essa parte começo a lixar pelo tampo.

O que parecia super tranquilo vai se revelando um problema: a tal casquinha que finje que é madeira não sai fácil e levanta um pó infernal tipo um verniz; o que pensei que era uma superfície lisa não é – e a lixadeira vai dançando pelas ondulações, desgastando mais em uns pedaços que em outros (tomara que a tinta cubra). Não sei se é pra ir lixando sempre em linha reta e na mesma direção ou fazendo círculos; acho que o fabricante pensa que os homens que usam a ferramenta já nascem sabendo o que dispensa manual de instruções. Vou tentando de um jeito e de outro e a poeira se espalha por toda a sala.

Uma hora depois, com meus cílios envernizados, os olhos totalmente secos e o cabelo duro por baixo do lenço, chego à conclusão que a única roupa capaz de me proteger é a burca e um óculos de soldador, mas como esses itens não estão disponíveis no momento, acrescento óculos escuros sem grau ao meu uniforme e vou lavando o rosto de 10 em 10 minutos.

Duas horas depois, com o braço direito trêmulo, observo que não consegui quase nada e preciso parar porque tenho um compromisso no final da tarde. Considerando que terei que remover camadas de verniz em pó dos cabelos e do corpo todo achei melhor ir para o banho com algumas horas de antecedência. 

Por todos os deuses artesões, no que fui me meter????

Resolvi enfiar o pé na jaca e reformar uns móveis que tenho na sala já que não aguentava mais olhar pra eles e não tenho verba pra comprar novos!

Numa tentativa de garantir uma sequência minimamente lógica para o trabalho (sugestões são bem vindas), decidi criar uma espécie de diário de atividades, se possível com figurinhas, para demonstrar a mim mesma o progresso (ou não)  e assim não desistir facilmente.

Pra começo de conversa, sou arteira e não artista. Tenho uma imaginação fértil e idéias não me faltam, mas muitas vezes não sei como colocar em prática e fico horas tentando descobrir como transformar minhas “viagens” em realidade, o que pode ser um incentivo ou um pé no saco, dependendo do ponto de vista.

Então vamos lá…

Dia Zero

Para qualquer coisa que eu decida fazer vou precisar de uma lixadeira elétrica para retirar a camada de tinta velha de um dos armários e remover a casquinha que imita madeira e recobre o outro.  Por isso lá vou eu para a Rua Florêncio de Abreu procurar uma que seja boa e com preço acessível. 

Explico pro moço da loja  DeMeo que não quero nada muito profissional nem muito caro, mas que precisa ser leve e não chacoalhar demais. Ele entende direitinho essas especificações técnicas e mostra uns 3 modelos que, segundo ele, a mulherada costuma comprar. Descubro que as mulheres estão fazendo cada vez mais esses serviços que antes eram competências puramente masculinas.

Depois de ligar as 3 e sentir o peso e a vibração de cada uma; perguntar coisas bobas, do tipo “dá pra lixar cantinho?”  e receber de volta um sorriso simpático com todas as explicações, opto pela que me parece oferecer o melhor custo benefício, um modelo da Black&Decker. Choro um pouquinho e ainda consigo arrancar um desconto e mais um sorriso simpático.

Saio em busca de lixas e ando quase a rua inteira, debaixo de sol, para encontrar uma única loja que vende isso, o que acho supreendente já que a Florêncio de Abreu é conhecida por vender ferramentas e outros itens para serviços.

Lembro que preciso também de luvas pra proteger minhas mãozinhas e subo e desço a rua até encontrar um lugar que vende luvas de vinil, que são mais delicadas e aderentes sem fazer com que as mãos se transformem em um poço de suor. Na mesma loja, compro também máscaras filtradoras descartáveis, “para poeiras incômodas”, segundo a embalagem.

Depois de andar pra lá e pra cá cheia de sacolinhas de plástico sob o sol inclemente, tudo o que quero é ir pra casa, sentar no sofá com um copo de água gelada nas mãos e raciocinar friamente se preciso mesmo de uma reforma na mobília ou se dá pra aguentar mais uns anos…

Fui no Luluzinha Camp lá no Gafanhoto e conheci muitas blogueiras bacanudas e super simpáticas que encheram a mesa com montes de docinhos, bolos, salgadinhos, balinhas, etc…

A melhor surpresa foi encontrar a Lolló, vulgo Rozzana, @losille ou Rô, do Mandrágora que eu conhecia de antigas eras.  Explico: há muito tempo atrás participei de uma lista de discussão sobre as obras de Tolkien e quando falo “muito” é muito mesmo, coisa de uns 10 anos talvez e foi lá, nessa lista, que conheci a  Lolló. Isso foi antes do advento do MSN e nossa comunicação era feita trocando e-mails adoidados, discutindo tudo o que era possível discutir, principalmente a trilogia O Senhor dos Anéis. Havia dicionários de língua Alto èlfico-quenya e de Sindárin; cada um de nós possuia um nick retirado das páginas dos livros; tínhamos nossos personagens favoritos, pelos quais lutávamos com unhas e dentes e levávamos aquilo tudo muito à sério.

Entre 1999 e 2001 a adaptação cinematográfica da história O Senhor dos Anéis, foi filmada na Nova Zelândia . As três partes eram produzidas simultâneamente, uma novidade no modo de filmar e, as vezes, ficávamos tentando destrinchar o que o diretor Peter Jackson, que para mim era um ilustre desconhecido, faria com a história. Muitos o condenavam de antemão argumentando que era impossível transpor a magia do que Tolkien escrevera num simples filme (ou em três, não importa).

Quando finalmente o primeiro filme estreou aqui no Brasil um detalhe insignificante assumiu proporções épicas e uma pergunta inocente dominou a lista de discussão: o Balrog tinha ou não tinha asas??? Todo mundo correu para ler novamente o capítulo onde ele aparecia e na descrição feita por Tolkien não havia nenhuma menção à asas. Então porque, quando o personagem surgia das profundezas, estávamos vendo asas incandescentes? Licença poética de Peter Jackson ou heresia? Ou será que aquilo não eram asas, mas sim uma enorme sombra envolvendo, como uma capa de maldade, o mostruoso ser?  Ou quem sabe nem uma coisa, nem outra, apenas um efeito de iluminação, sem nenhuma outra intenção…

Havia adeptos das duas correntes: Balrog com asa e Balrog sem asa. Todos com argumentos válidos e bem fundamentados, muitas vezes divertidos. Nunca chegaram a nenhuma conclusão.

Foi assim que fiquei amiga da Lolló; éramos, e ainda somos, partidárias dos “sem asa”. O tempo passou, perdemos contato, paramos de frequentar a lista e de nos preocuparmos com o Balrog e suas plumas de fogo, mas foi ótimo encontrá-la novamente e descobrir que ambas escrevemos em blogues. Demos boas risadas ali na cozinha comendo docinhos e lembrando dos bons e velhos tempos. Mundo pequeno esse da Internet …

Moro há quase 20 anos no mesmo apartamento. Reconheço que minha poção princesa  esta mais pra Fiona que pra Cinderela, o que pode explicar porque faço pouca amizade com a vizinhança. Não sou de conversas pelos corredores, não curto falar mal do alheio e detesto reuniõezinhas no hall de entrada do prédio. Compareço às reuniões de condomínio quando os assuntos dizem respeito ao meu bolso e olhe lá.

No meu andar conheço os meus tranquilos vizinhos  de porta (que também estão aqui faz tempo) e a vizinha do outro lado que tem uns cachorros muito dos malcriados reflexo fiel da mamãe deles temperamentais. Quando digo conheço não estou me referindo à nada super profundo e íntimo. Significa que sei o nome deles, mas conheço assim de bom dia e boa tarde; de sorrisos e frases simpáticas  ou perguntinhas de praxe do tipo “tudo bem ?”.

Na extensa lista de minhas amizades estão a irmã da minha vizinha simpática que é uma perua “do bem”; os moradores do apartamento em cima do meu; o atual Síndico e sua mãe, que era Síndica quando me mudei e com quem tive uma discussão antes mesmo de me mudar; uma moradora que tem o mesmo nome que eu, o que faz com que nosso cumprimento seja “e aí xará?” e acho que é só. Alguns outros moradores eu reconheço e sorrio quando os encontro; o restante é como se habitassem alguma planície em Marte.

Levando em conta o período em que estou por aqui e que são 64 apartamentos no total, posso ser considerada uma espécie de Urtigão de saias.

Agora temos um novo morador aqui no andar, e enquanto ele ainda reformava o apartamento, encontrei-o na porta do elevador e trocamos rápidas palavras. Na verdade ele me perguntou educadamente e com muito tato se a vizinha maleducada, dona dos cachorros malcriados com a qual ele dividiria o lado do corredor, era sempre assim tão… digamos… estressada.  Sem nenhum rodeio  respondi que achava ela um tanto perturbada e fiz fofoca, para ilustrar contei dos tapas que ela dava no botão do elevador caso demorasse mais que 30 segundos para chegar, o que fez o vizinho sorrir.

Acredito que essa espécie de cumplicidade trouxe empatia e dias depois, ao encontrá-lo novamente no corredor, peguei a ficha completa: o vizinho é dentista, divorciado, tem dois filhos pequenos e uma namorada médica.  Fui convidada a ver o apartamento reformado, elogiei as soluções adotadas, ele se desculpou pelo barulho infernal pelos inconvenientes da reforma e ficamos ali uma meia hora falando de banalidades.

O jovem vizinho bonitón agora mora aqui ao lado e ocasionalmente escuto as risadas dos filhos que vêm passar os finais de semana com ele e, de quando em quando o encontro na porta do elevador.

Num desses encontros casuais uma grata surpresa: ele me ofereceu bala de goma! Meu simpático e sorridente vizinho dentista comia sem culpa nenhuma aquelas balas super baratas, empilhadas uma sobre as outras, embrulhadas em papel celofane, coloridas, cobertas de acúcar cristal e hiper calóricas. É claro que Imediatamente eclipsei qualquer preocupação com meu sobrepeso e aceitei! 

Comentei que adorava aqueles docinhos vagabundos e rindo muito ficamos ali por algum tempo falando sobre isso. Lembrei dos doces de batata doce e de abóbora, aqueles com casquinha dura que só se diferenciam pela cor já que o formato e sabor são quase idênticos; comentei sobre as  jujubas tingidas em cores fortes (comer as azuis jamais) e da gloriosa Paçoca Amor.

Ele conhecia todos e para me deixar totalmente encantada, entrou de novo em seu apartamento e voltou sorrindo com os 350 dentes brancos e com um brilho infantil nos belos olhos azuis trazendo meus presentes: doce de batata doce, doce de abóbora e balas de goma; timidamente se desculpou por não ter paçoca Amor mas depositou em minhas mãos  3 Paçoquita!!!! Alguém acha que me importei com a mudança das marcas?

Confesso que se ele fosse um pouquinho mais velho eu forraria o corredor com cascas de bananas toda vez que a namorada viesse visitá-lo. Como a realidade é outra me limito a sorrir de orelha a orelha toda vez que o encontro e agradeço aos céus pela existência de um vizinho assim.

Quem sabe na próxima encarnação não nos encontramos com uma idade compatível? Tenho certeza de que reconhecerei aquele brilho no olhar assim que o encontrar na banquinha da esquina comprando docinhos vagabundos. Será uma bela história!!!!

 Já declarei que não gosto de esportes e que quando assisto presto atenção em tudo menos na disputa em si. Com espírito de porco zapeei as transmissões esportivas parando ao acaso e consegui ver cenas incríveis. Aproveitei e fiquei dando minhas notas para depois fingir que era uma chinezinha sorridente, magra, alta, de vestido azul e distribuindo as medalhas.

1 – No Judô João Derly e Pedro Dias resolvem no tapa tatame uma encrenca amorosa e para eles entreguei as medalhas de Ouro, Prata e Bronze na modalidade “Baixaria” , com a seguinte classificação:

Ouro : Pedro Dias (se ficasse quieto o mundo não saberia que ganhou um par de adornos nada olímpicos).

Prata : João Derly (mandou a mãe distrair o amigo e cantou a namorada do dito cujo? Talvez isso merecesse um empate no ouro? Fiquei na dúvida!

Bronze : Joana Ramos (OK moça, o brasileiro até que é bem bonitinho, mas precisava sair por aí contando e arrumando encrenca ??)

 

2 – Na Luta Greco Romana, modalidade Espírito Olímpico, a medalha de ouro vai sem sombra de dúvida para Ara Abrahamian. Seu gesto foi tão inesperado, que mesmo após extenuantes pesquisas na internet, não encontrei sequer uma imagem ou vídeo do momento em que ele taca a medalha no chão. Acho que nenhum fotógrafo ou cinegrafista estava prestando atenção nele, o que também pode explicar sua raivinha. Só achei  a fotinho da medalha desprezada.

  

3 – Na Ginástica Artística , modalidade Acontece…, medalha de Ouro para Diego Hypólito. O moço que era o favorito levou um tombo e a expressão em seu rosto captada na foto estampada na primeira página do jornal Folha de São Paulo já diz tudo.  Essa medalha entreguei com dor no coração porque mesmo sem entender nada de nada, achei que ele não merecia.

  

4 – Em Atletismo  a medalha Pódium Mais Bonito, sem dúvida pertence às Jamaicanas Shelly An Fraser, Sherone Simpson e Keiron Stewart,respectivamente, Ouro, Prata e Bronze em 100 metros rasos.

 As meninas foram sensacionais na prova e nos sorrisos. Está aí a foto que não me deixa mentir.

 

5- Finalmente, a medalha Nhóoinnn, Que Lindinho vai para César Cielo. Ele fica com Ouro, Prata e Bronze porque tem coisa mais emocionante e sincera do que um atleta desse porte chorando feito um bebê? Até as pedras de Pequim derrubaram uma lágrima furtiva, tenho certeza!

Aviso logo de início que se alguém estiver lendo na esperança de encontrar informações úteis sobre as modalidades olímpicas, desista.

Sou daquelas que além de não entender nada desde criancinha sempre fugiu da prática de qualquer tipo de esporte. Na adolescência me beneficiava sofria com as cólicas menstruais que exagerava ao máximo e pelo menos 10 dias por mês, munida do devido Atestado Médico, estava livre das aulas de Educação Física e da tortura de correr pela quadra, de cair e ralar o joelho, de levar bolada na cara ou de passar o vexame de ser chamada de “mão furada”.

Nos outros 20 dias encontrava pelo menos mais umas 50 desculpas para continuar me esquivando. Confesso que menti muito mas a causa era boa. Por não me esforçar gostar de nenhum esporte sempre fui um peso morto em qualquer equipe e nenhuma fazia questão da minha presença, o que aliás, era uma sábia decisão.

Pelas razões acima expostas meu desempenho é idêntico ao de uma abóbora subindo a ladeira e meu interesse pelas Olimpíadas é puramente estético. Adoro ver os cavalos com as crinas trançadinhas carregando com elegância aquele atleta que parece ter saido direto do século passado de fraque e cartola. Tem coisa mais bonitinha que aquele passinho de cavalo bailarino?

Fico olhando as garotas baixinhas que se jogam para o ar como se não existisse Lei da Gravidade e não faço a menor idéia se o movimento foi duplo carpado ou twist encolhido, twist esticado ou rock balanço. Se acertaram ou erraram olimpicamente ignoro os comentários daquela moça chatinha das transmissões pelos canais de esportes. As meninas são pura magia minha senhora!

Quanto ao resto, não sei quando é ponto ou falta no Vôlei; nem imagino o que seja Badminton anotação mental:tentar assistir pra descobrir; Basebol me faz lembrar um filme antiguinho com a Geena Davis, a Madonna e a Sharona, que depois foi secretária do Monk,ops, divaguei; Hóquei são aqueles grandalhões se matando atrás de um trequinho no chão; não consigo assistir ao Basquete sem ficar imaginando pra que usar calções tão horrorosos; Luta são aqueles caras saradinhos, suados e envoltos em colant de lycra, se agarrando ali no chão …..enfim, não sou nada olímpica!

Mas caso algum jovem inadvertidamente leia esses comentários, por favor ignore-os. Praticar esporte é super saudável pode acreditar.

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